There's no place like home

  Já podia e devia ter vindo antes aqui escrever. Faz-me bem e sinto saudades de me entregar por completo ao teclado. Mas estas últimas semanas foram demasiado preenchidas para eu poder dar um saltinho a este meu canto.

 

  Nem acredito que há duas semanas e dois dias atrás andei ansiosa de um lado para o outro na expectativa da chegada do autocarro. Era o ínicio de um dos grandes momentos (previstos) deste ano, a minha viagem de finalistas.

  Não me apetece nem conseguiria resumir aqueles dias em algumas frases, apenas afirmo que foi óptimo, melhor do que eu esperava, e que, contra todas as minhas expectativas levou-me a conhecer ainda melhor o meu verdadeiro eu. Só através dos erros nos construímos, não é?

 

  Chego a casa às duas da manhã, durmo até à uma, desfaço as malas e volto a fazê-las para o dia seguinte. Parecia um autêntico zombie nesse dia, a dormir em pé, acusando um cansaço que não sentira nos dias anteriores. Mas, devido em parte à responsabilidade, levantei-me no sábado às sete para partir em direcção ao Gardunha. 

  Outro evento que não vou estar a descrever. Fantástico, talvez consiga sintetizar aqueles dias.

 

 

 

  E no fim, o que fica? Não saudade, ainda não, mas o doce sentimento de ter vivido da melhor maneira possível os dias que passaram. Conheci novas pessoas e percebi o quanto vou sentir falta das antigas. Custa-me olhar para trás e perceber as diferenças que se avizinham no futuro, mas o que é que se há-de fazer - é a vida.

publicado por Rita Matias às 23:57 | link do post | comentar