Saber dizer basta

... é uma virtude.

 

Saber dizer não, um ensinamento.

 

 

 

Hoje talvez escreva por escrever, porque os erros ortográficos têm sido tantos que preciso do corrector para saber se não digo uma barbaridade, e acima de tudo, porque estou sem paciência para ler e escrever psicologia. Acordar as 8 e meia duma manhã de Domingo, deixa-me K.O., mas foi por uma boa causa. Este semestre já consegui fazer duas coisas que sempre quis fazer, por mais simples e ordinárias que pareçam: dar sangue e participar na recolha de bens alimentares para o Banco Alimentar. Hoje foi dia da segunda, aqui por Lisboa, e soube bem. O pior foi o sono com que fiquei. Mas, terminadas as actualizações, vamos ao desbarato literário do costume.

 

 

Não sou nenhuma santa, nunca fui e nem tenciono ser, no entanto, desta vez recorri a uma virtude. Disse basta a mim mesma, principalmente disse basta a quem já não merece nada, e tenho tentado dizer basta a quem para mim merece mais do que tudo o que eu tenha para dar. Basta porque? Porque há limites, e ultrapassados esses limites, as coisas são tudo menos saudáveis e normais. Basta porque estou tão, mas tão farta de confusões. Basta porque nos próximos tempos tenho de me focar no estudo ou as coisas dão para o torto.

Assim, tenho tentado dizer não a mim mesma, aos pensamentos idílicos que adormecem-me, às hipóteses rebuscadas que procuro. Um não à imaginação. Ela que só trabalha para me dar dores de cabeça.

 

Se me ajudasses em psicologia é que era trabalho...

 

 

 

Por último, já lá vai outra semana em Lisboa com fim-de-semana incluído... Soube a tão pouco os últimos dias na minha casinha. Mesmo a pouco. Preciso de mais. Bendito 10 de Junho e feriado municipal cá da cidade!

 

publicado por Rita Matias às 15:56 | link do post | comentar